Por um Espiritismo totalmente divorciado da religião

Estou farto! Completamente farto de saber que está arraigado no senso comum a ideia equivocada de que não existe Espiritismo sem religião. 

Essa premissa não passa de uma tolice que trava as pesquisas sobre a não-matéria e preserva a humanidade em um estagnado atraso intelectual. 

Porque o Espiritismo tem que ficar atrelado a uma religião? Precisamos de divindades (incluindo o próprio "Deus") e dogmas surreais para que o mundo da não-matéria exista? Será que todos nós, quando morrermos vamos para uma imensa igreja, com asinhas nas costas e posicionados a rezar?

Não. Eu me recuso a isso. Exijo uma ciência para estudar a não-matéria! Que seja completamente despida do mínimo de vestígio religioso. Uma ciência pura, racional que chegue às devidas conclusões através da análise e de comprovações, não de crenças. Crença em algo sem comprovação é alucinação, é insanidade.

A tecnologia aos poucos se surpreende com formas diferentes de matéria. Vejo o bluetooth, esta maravilha que pode servir de base para a criação do teletransporte, que seria uma revolução em mobilidade. A alma cada vez mais é admitida nas psico-ciências. E nós preocupados em rezar uma oraçãozinha de modo correto? Ora bolas!

Com a religiosidade e a crença em Deus, o Espiritismo, seja o original, seja a patética versão consagrada pelo tolo-enganador Chico Xavier, se estabelece como uma verdadeira tolice piegas, uma imbecilidade que explicita completamente a sus incompetência em evoluir a humanidade.

O Espiritismo virou uma seita, uma igreja, uma ilusão! Uma doutrina que deveria ser progressista ao poucos se afunda no atoleiro e assume a sua vocação anti-progressista. Até livros fascistas lançam em nome do Espiritismo. Uma vergonha!

Exijo com insistência, coragem e rigor que o Espiritismo descarte definitivamente a religiosidade, jogando diretamente na mais incandescente incineradora a queimar sem sobre um só átomo.

A não-matéria e formas desconhecidas de matéria carecem de uma ciência a estudá-las e a religiosidade não somente age como desviador de foco como a sua pieguice gosmenta acaba por arruinar tudo.

Que um dia o Espiritismo seja visto como uma ciência pura e sem os aromatizantes da fé. Mesmo que assuma outro nome, já que a palavra criada por Allan Kardec está completamente corrompida no senso comum, habitados por alienados apegados a fé.

A fé, destruidora da racionalidade já faz o seu estrago no cotidiano. Religiosos fanáticos cometendo atrocidades fascistas no cotidiano mundial. A fé matou o Espiritismo. Façamos a doutrina reencarnar em forma de ciência pura e sem fé. Pois o cérebro é o verdadeiro instrumento do espírito e precisa ser utilizado sem qualquer tipo de moderação.

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